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O encontro entre o passado, presente e futuro

O encontro entre o passado, presente e futuro

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Estivemos com um grupo de colecionadores do Jeep Willys em vista à fábrica onde nascem os Jeep Renegade e Compass

O Jeep Willys é o patriarca dos 4×4”, argumentou o funcionário público e trilheiro Sérgio Malta, 61 anos, dono de um Willys CJ3 de 1951. Nascido na Segunda Guerra Mundial, o modelo continua fazendo história e reunindo admiradores de várias gerações. É tanto que a neta de Malta, Raíssa Malta, de 18 anos, já acompanha o avô em todas as trilhas. E, na última terça-feira (22), a dupla visitou pela primeira vez o Polo Automotivo Jeep em Goiana, junto com participantes do clube Jeep Willys Recife. Eles viram de perto como nascem o Renegade e Compass, herdeiros do espírito off road da marca.

Nesse encontro entre o passado, presente e o futuro da indústria automobilística, 20 fãs do modelo foram recepcionados pelo gerente da planta, Glauber Fullana. O gestor ressaltou a “participação massiva dos nordestinos e pernambucanos na unidade” e revelou que a relação entre Jeep e Pernambuco começou muito antes da fábrica mais moderna da FCA no mundo ser erguida no Estado.

Quem é testemunha ocular dessa história é Antônio Justulino Barbosa, 74 anos, 48 deles dedicados à FCA. Esse funcionário exemplar, que se orgulha de nunca ter faltado a um dia de trabalho, participou da evolução tanto da marca, quanto de suas primeiras investidas no Estado. Isso porque ele trabalhava em uma unidade de Jaboatão dos Guararapes onde os Willys eram montados na década de 50, atualmente dedicada à produção de chicotes elétricos para a nova fábrica Jeep. “Antigamente era tudo manual. Hoje, está muito mais moderno”, registrou durante o encontro com os admiradores do Willys.

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          Fãs do modelo conheceram a linha de produção da marca Jeep em Pernambuco

Os avanços tecnológicos também impressionam quem é da chamada geração da internet. “Não imaginava ver tantos robôs, tanta tecnologia”, pontuou Erasmo Moraes, 36 anos, presidente do clube, após o tour do grupo pela linha fabril. O casal Paulo Roberto Viana, 38 anos e Patrícia Souza, 28 anos, também ficou impressionado. “É como entrar na maternidade dos Jeeps”, comentou Viana.

Mas, o que todo jipeiro espera mesmo é adrenalina! Então, após o tour na fábrica, o grupo foi com seus Willys até a entrada do Camp Jeep, campo de testes montado na frente da fábrica, onde situações reais das trilhas são simuladas. O desafio off road, contudo, dessa vez foi com o Renegade e o Compass. E, sem dúvida, os mais novos integrantes da família Jeep conquistaram os corações dos amantes de aventuras.

Além de promoverem trilhas e programações de lazer, muitos clubes Jeep espalhados pelo Brasil também se envolvem em diversas ações sociais. Nas enchentes que castigaram municípios pernambucanos no começo do segundo semestre deste ano, por exemplo, jipeiros como o médico Arthur Rangel, do clube Jeep Willys Recife, auxiliaram a Defesa Civil, levando donativos e suprimentos. “As características do Jeep ajudam a vencer obstáculos dos terrenos e assim conseguimos acessar áreas que ficam isoladas nesses grandes desastres”, explicou Rangel.

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