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Paris pelos olhos de um ciclista

Paris pelos olhos de um ciclista

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Assessor da FCA percorre a Cidade Luz em duas rodas e conta a sua experiência

Paris é a cidade onde cada rua merece ser apreciada com a devida atenção. Há centenas de atrações turísticas e culturais, belas paisagens e cenas curiosas da vida cotidiana escondidas pelos quatro cantos da capital francesa, que fazem desse destino turístico uns dos mais memoráveis do mundo. E, se você gosta de andar de bicicleta, a boa notícia é que esse meio de transporte é muito comum na Cidade Luz, o que faz dela uma ótima escolha para um roteiro turístico diferente sobre duas rodas.

Fábio Lopes, assessor de imprensa da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) é daqueles que não abre mão da bike. “Pedalei muito tempo em São Paulo (onde mora) e costumava fazer trilhas nos fins de semana”, comenta.  Quando o sistema de ciclovias parisiense ainda era recém-implantado, cerca de três anos atrás, ele fez um passeio guiado pela capital francesa sobre duas rodas. “O trânsito ainda era um pouco confuso”, admite.  Em setembro deste ano, resolveu testar novamente o percurso – dessa vez sem ajuda do guia – e descobrir como a cidade integrou o novo meio de transporte.

Para essa aventura, ele escolheu o sistema de compartilhamento de bike sharing. No Vélib , os 30 primeiros minutos são gratuitos. “Depois disso começa a ser cobrado um euro por cada meia hora”, explica.  Não é à toa que Paris é tida como um dos melhores lugares para os ciclistas. “Há pontos de aluguel de bicicletas espalhados por toda parte”, comenta.

A primeira parada do trajeto de pouco mais de 14 quilômetros foi no Palácio dos Inválidos, um monumento cuja construção foi ordenada por Luís XIV para abrigar os feridos dos seus exércitos. De lá, o nosso ciclista seguiu para a Torre Eiffel e para o Arco do Triunfo – dois cartões-postais parisienses. “Mesmo em uma cidade grande como Paris, onde o trânsito é carregado, é possível observar uma convivência respeitosa entre carros, ônibus e bicicletas”, observa.

 

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Trajeto incluiu alguns dos principais pontos turísticos de Paris

 

Ao longo de todo o percurso, o ciclista encontrou centenas de bicicletários e muitas pessoas utilizando as ciclofaixas. “Em alguns momentos não havia um espaço delimitado para as bikes, apenas uma faixa pintada na rua, do mesmo jeito que vemos em algumas cidades brasileiras”, comenta. “Porém há uma adesão muito maior da população, talvez porque as bicicletas complementem um sistema público de transporte – incluindo metrô e ônibus – que funciona”, acrescenta Lopes.

Mais algumas pedaladas até o Museu do Louvre, passando pela Catedral de Notre Dame até a Praça da Bastilha. Ainda deu tempo de conhecer o Jardim de Luxemburgo – o maior parque público de Paris e a última parada do passeio, tudo isso em um dia! “O mais interessante foi ver como as bicicletas podem fazer parte do dia a dia da metrópole, entendendo que os problemas de mobilidade não têm apenas uma solução. É importante a convivência harmônica entre vários meios de transporte”, pondera.

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