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Uma arquiteta flex

Uma arquiteta flex

domingo, 10 de abril de 2016

A paulistana Giuliana Gabrielli é de tudo um pouco: arquiteta, marceneira e, entre uma obra e outra, cantora

Aos 32 anos, a arquiteta Giuliana Gabrielli não se contentou em desenhar projetos, visitar lojas e acompanhar obras. Ela quis ir mais a fundo no processo de criação de seus trabalhos e se inscreveu em um curso de marcenaria. “Trabalho bastante com design de interiores e, como sempre gostei da área de criação, resolvi aprender sobre os métodos construtivos com madeira”, diz ela. Em sua conta no Instagram, ela costuma exibir suas primeiras invenções, como uma poltrona toda grafitada. “Esse é um mercado que está em expansão e, apesar de existirem muitos profissionais talentosos no segmento, a ideia é me aprofundar no trabalho com mobiliário.”

Com uma vida bem agitada, Giuliana usa um veículo compacto para se deslocar diariamente entre o escritório e os projetos que acompanha. “Meu carro está sempre sujo de tijolo, tinta ou cimento. Há algum tempo, cheguei a cogitar trocá-lo por uma motocicleta, por causa da agilidade. O problema é que eu não conseguiria carregar tudo o que preciso”, diz.

A arquiteta foi uma das convidadas a dirigir o novo Fiat Toro, ainda durante a fase de pré-lançamento. “É uma caminhonete toda ‘modernona’. Adorei a direção elétrica, o espaço no banco traseiro e seu porte ‘sob medida’”. Para Giuliana, a caçamba espaçosa é outro item a ser considerado por profissionais que, assim como ela, transportam equipamentos e materiais. Ela já havia cogitado comprar uma caminhonete, mas desanimou por causa do tamanho dos modelos que havia pesquisado no mercado. “Os carros com cabine dupla eram muito grandes e não tinham um design tão avançado quanto o do Toro, que em nada lembra o aspecto rude dos modelos maiores”.

E num universo de tantas possibilidades, a arquiteta que decidiu também ser marceneira, tem mais um talento: o de soltar a voz enquanto toca violão. E que voz! “Eu amo música. Sempre penso em como gostaria de ter seguido a carreira musical. Um dia pode ser que eu consiga”, diz a multifacetada paulistana, que projeta, monta, desmonta, canta e encanta.

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