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Uma carona do barulho

Uma carona do barulho

domingo, 10 de abril de 2016

Baterista da banda Terno Rei, Luis Fernando Cardoso virou o “motorista oficial” do quinteto paulista

Os amigos brincam que ele tem gasolina correndo nas veias. E não é à toa. O designer e músico Luis Fernando Cardoso “respira” automóvel na maior parte do seu tempo. Como o pai é colecionador de carros antigos, ele passa os dias na Box 54, o maior complexo de carros antigos da América Latina. Ele assina toda a identidade visual do espaço, que reúne museu, garagem, área para exposições e eventos em espaços abertos. “Crio desde cartões de visita e posts para redes sociais, até os conceitos usados na área de ‘branding’. Um pouco de tudo”, explica.

No dia a dia, Cardoso roda a bordo de uma picape média com cabine dupla. “O que mais gosto na caminhonete é a força do motor turbodiesel, além do espaço na caçamba”, diz ele. Quando não está na Box 54, o designer dá ritmo ao rock atmosférico de sua banda, a Terno Rei. “Não considero a música apenas como um ‘hobby’. Ela é algo que quero levar por muitos anos”, diz. Como viaja com a banda, Cardoso precisa de um veículo bastante versátil, com espaço para os instrumentos e, segundo ele, para todos os amigos que pegam “carona”. “O engraçado é que, pelo fato de eu usar sempre carros grandes para transportar a bateria, acabei virando uma espécie de motorista oficial da banda.”

Cardoso foi um dos primeiros brasileiros a conhecer, em detalhes, o novo Fiat Toro, antes mesmo do lançamento oficial do modelo. “É uma picape que leva tudo o que precisamos e ainda se encaixa nas poucas vagas que conseguimos encontrar. Essa versatilidade é tudo para uma banda de rock”, diz ele. Durante os testes, o designer/músico, elogiou a tampa traseira dupla do carro, que dá acesso à caçamba. Atento à questão da mobilidade urbana, ele chama a atenção para as urgentes melhorias no trânsito das grandes cidades e para a importância de se desenvolver veículos cada vez mais eficientes para o uso diário, que poluam menos e sejam, acima de tudo, mais práticos. “Da mesma forma que a arte abre novas perspectivas para nossas vidas, precisamos de automóveis que nos façam reavaliar aquilo que esperamos e que, de fato, precisamos.

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