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Uma noite de grandes sensações

Uma noite de grandes sensações

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Lançamento do Argo renova as referências da Fiat estimulando os sentidos

Quando a enorme cortina de lycra desceu ao chão do palco e o Fiat Argo foi revelado sob intensa rajada de dezenas de canhões de luz intermitentes, acabou um ciclo de quase dois meses de expectativa entre consumidores e imprensa especializada pela revelação do novo hatch premium da Fiat. O que os convidados presentes no Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera não sabiam é que, para a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), a expectativa já durava mais de quatro anos de projetos, pesquisa, desenvolvimento e testes, com o envolvimento das mais diversas áreas do grupo, no Brasil e no mundo.

A chegada do Argo ao mercado brasileiro e latino-americano simboliza a renovação da marca Fiat, em um movimento já iniciado com Toro e Mobi, seguido da completa modernização do Polo Automotivo de Betim, Minas Gerais. De fato, cerca de R$ 1,5 bilhão foram investidos no desenvolvimento do carro. Não é à toa que Argo foi chamado pela imprensa de “um novo carro para uma nova Fiat”.

Durante sua fala no evento, Stefan Ketter, presidente da FCA Latam, definiu como “um dos trabalhos mais intensos” que a empresa já teve. Isso significa que o trabalho sobre o Argo foi 100% desenvolvido no Centro de Pesquisa & Desenvolvimento do Polo Automotivo Fiat – inclusive seu design –, mas de forma integrada com a FCA global. O índice de nacionalização é de 93%, uma evolução a cada novo lançamento Fiat.

Significa também que o próprio processo de produção evoluiu, hoje integrando completamente pessoas, máquinas e sistemas, no que já está sendo chamado de “Indústria 4.0”. Na fábrica de Betim, em Minas Gerais, novas tecnologias para digitalização, conectividade, virtualização e rastreabilidade foram absorvidas pela manufatura. Antes mesmo do início da produção, Argo havia consumido mais de 45 mil horas de simulações virtuais. A precisão e repetibilidade dos processos é garantida por cerca de 900 robôs – um terço focado na produção do Argo. Como efeito, o investimento no capital humano não para. Somente em 2016, cerca de 1,2 mil profissionais participaram de mais de 15 mil horas de treinamento com foco na Indústria 4.0, no Brasil e no exterior. Com justiça, Ketter definiu Argo como um carro “feito por todos os funcionários da empresa, com muita dedicação, muita garra e objetivos claros.”

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No evento de lançamento, em São Paulo, Márcio Tonani, gerente de Desenvolvimento de Produto da FCA, recordou o criterioso processo de testes aos quais o Argo foi submetido: “8 milhões de quilômetros rodados, o suficiente para dar 200 voltas ao redor do planeta”. Tantos testes se justificam não apenas por causa do tradicional cuidado com os mínimos detalhes, mas por conta de todas as tecnologias de última geração envolvidas nas fases de desenvolvimento e manufatura. “Nossa missão era mudar referências para a Fiat e para o mercado”, explicou Tonani. “Missão dada, missão cumprida.”

Para Richard Schwarzald, diretor de Qualidade da FCA, o grande objetivo que uniu o time foi o de colocar nas ruas um “produto que desenvolvesse a experiência do cliente”. Vem daí a inspiração para o slogan do carro, que é “você não dirige; você sente”, além dos pilares que definiram todo o trabalho: o que te encanta, o que te protege e o que te conforta. Ou, em outras palavras, a rara reunião de qualidade, robustez, praticidade e o melhor da capacidade de projeto e desenvolvimento da FCA Latam.

A supervisora de Design Color & Materials Isabella Vianna reforçou a responsabilidade de lidar com um dos atributos mais clássicos da Fiat – a elegância italiana das linhas de seus carros. A equipe de designers da FCA vem com o moral em alta depois do multipremiado trabalho com o Fiat Toro. Dessa vez, Isabella e seus colegas partiram de conceitos assumidamente urbanos e, das luzes da cidade, surgiram as formas do carro e cores como o Vermelho Alpine e o Azul Porto-Fino.

Carlos Eugênio Dutra, diretor de Estratégia de Produto da FCA, dedicou sua fala especialmente ao que o carro traz de absolutamente novo – como sua central multimídia Unconnect e sua nova plataforma MP1, uma evolução da clássica plataforma do Punto com 80% de novos componentes. Dutra ainda citou a boa herança que o Argo recebe de seus irmãos mais velhos – como o motor Firefly, que estreou com Uno e Mobi.

Ao fim do evento, parecia claro que a missão de mudar as referências havia sido plenamente alcançada pelo Argo. O carro já está a caminho das concessionárias do Brasil. Também será exportado para a América Latina.

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Confira mais detalhes da festa na galeria abaixo.

Fotos: I Hate Flash

 

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